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Consórcio é opção para compra ou reforma de imóveis

Casa x dinheiro

O brasileiro tem, cada vez mais, optado pelo consórcio na hora de adquirir um imóvel. Em 2013, passou de R$ 20 bilhões o volume de créditos de consórcio imobiliário comercializados no país, crescimento de quase 5% em relação ao ano anterior. O que muita gente desconhece, porém, é que o consórcio de imóveis pode ser utilizado tanto para compra, quanto para ampliação ou reforma de apartamentos, casas e outros empreendimentos.

“A carta de crédito imobiliário também oferece essa possibilidade. É uma ótima alternativa para quem está querendo ampliar ou reformar o imóvel, mas não consegue realizar esse sonho por não ter todo o dinheiro disponível. Através do consórcio, é possível pagar prestações compatíveis com o orçamento, sem a cobrança de juros, apenas de uma taxa de administração que é diluída ao longo de todo prazo de pagamento da cota”, explica o diretor da Racon Porto Alegre, Fábio Dutra.

Além das diversas possibilidades de utilização do consórcio imobiliário, Dutra destaca a desburocratização do sistema para a liberação do crédito e enfatiza que, com o crédito em mãos, o consorciado tem o poder de negociação à vista, podendo ganhar bons descontos.

O saldo do FGTS pode ser utilizado para amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio.

“Para fazer uso do Fundo, o consorciado deve procurar a administradora do consórcio, que irá verificar se a cota está contemplada, requisito básico para uso do recurso e direcionar o cliente a um agente financeiro, que irá orientar sobre os procedimentos e requisitos do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) para utilização do FGTS para abatimento ou liquidação do saldo a pagar.”

Dentre os critérios para ter direito à utilização do Fundo estão: ter mais de três anos de opção pelo FGTS, não ser titular de contrato do SFH, não ter imóvel no município em que reside ou exerce atividade principal e o valor do imóvel tem que ser inferior a R$ 750 mil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e R$ 650 mil nos demais estados.

Para ter uma ideia de como funciona o consórcio imobiliário, acesse o link abaixo e faça uma simulação :

http://www.hsconsorcios.com.br/simulador?ad=9505505

Fonte: Pense Imóveis

O que influencia no preço do imóvel?

Além de localização e estrutura do imóvel, o fator preço também é determinante para a compra. Falta de conhecimento pode fazer com que o imóvel esteja em um preço abaixo ou acima do mercado, o que faz da avaliação imobiliária um passo fundamental para apresentar um valor justo e compatível.

Melhorar a capacidade de avaliação faz com que o corretor de imóveis argumente com mais propriedade a respeito dos preços. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) destaca alguns métodos básicos para a avaliação imobiliária: comparativo direto de dados de mercado, involutivo, evolutivo, do custo e da renda.

O colunista Willian Cruz destaca no blog Portais Imobiliários que os fatores “clássicos” a serem levados em conta são: tamanho, localização, acabamento, conservação, número de vagas no estacionamento e área de lazer. “No entanto, existem fatores ocultos igualmente relevantes em uma negociação. Os quesitos são tão divergentes que em um único edifício é possível encontrar apartamentos semelhantes mas, de diferentes preços”, afirma Cruz.

O especialista lembra que imóveis localizados nos andares mais altos são mais caros. “Os empreendimentos voltados para o sol durante a manhã, também possuem um valor pouco maior. Outro fator oculto importante é a capacidade de valorização ou de desvalorização do local. Em alguns casos, a prefeitura possui ótimos projetos na região que valorizarão os imóveis, ou até mesmo, necessitará a desocupação do espaço. É importante estar atento”, afirma.

Se for comparar os preços e encontrar grandes diferenças, as chances do imóvel não estar bem avaliado é grande. De contrário, o valor deve estar parecido com a maioria das ofertas.

O que os compradores valorizam

Pesquisa realizada pelo Zap Imóveis aponta os fatores que mais influenciam os compradores na hora de optar por um imóvel. Confira!

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Fonte: www.redimob.com.br

Imóvel: moeda forte e potente

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Imóvel é moeda forte e segura, mas o que o interessado em adquirir um imóvel precisa saber é que a rentabilidade obtida com a compra de unidades varia de acordo com o produto imobiliário, saturação do mercado para um determinado tipo de imóvel e, é claro, sofre influência direta da conjuntura econômica.

Segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi- SP), a expectativa é positiva para o mercado imobiliário, que deve crescer entre 5% e 10% este ano. A liberação de crédito imobiliário é outro fator que deve ajudar os pretensos investidores a ingressar na modalidade, já que a projeção é de 15% de aumento do crédito este ano, algo que deve atingir R$ 126 bilhões.

De acordo com o presidente da Rede Imobiliária Campinas e diretor de compra e venda da Regional Secovi em Campinas, Rodrigo Coelho de Souza, o retorno na locação deve ser calculado, inicialmente, sobre o preço do imóvel. Historicamente imóveis residenciais rendem entre 0,5% a 0,6%, enquanto que os comerciais com boa rentabilidade atingem entre 0,8% a 1,1% sobre o valor do produto. “Muitos investidores já consideram 0,8% um percentual bom, principalmente se os imóveis estiverem registrados em nome de uma pessoa jurídica, que tenha por objetivo a administração patrimonial, situação com uma significativa redução da carga tributária”, explica.

Historicamente, analisa Souza, os imóveis têm valorização acima dos índices inflacionários e atualmente ganham das aplicações financeiras mais conservadoras. Para se ter um ideia, no ano passado, período de estabilização nos preços dos imóveis, a valorização do produto foi de 13,7%, segundo o Índice FipeZap Ampliado.  “Muitos investidores procuram investir em imóveis já locados ou vendidos na planta e que tenham real potencial de valorização. Dificilmente alguém perde ao investir em imóveis, principalmente no longo prazo”, considera o presidente da Rede Imobiliária Campinas.

Quem busca o retorno a curto prazo do capital investido prioriza a revenda. Agora, quem busca segurança e renda garantida com um indexador, parte para a locação do bem. O professor de vendas e trade marketing em negócios imobiliários da construção civil pela FGV, Guilherme Salgado, afirma que tudo depende do perfil do investidor e da sua expectativa de retorno.

A perspicácia do bom investidor está em ter uma visão de como será o futuro daquele imóvel no momento da revenda. “Quem consegue comprar um imóvel antes da chegada de serviços de mobilidade urbana, sistema de lazer e melhorias nas áreas do entorno, máxima o retorno”, explica Salgado. E toda vez que o investidor se antecipa faz um bom negócio. A acessibilidade e as condições viárias voltadas aos principais eixos da cidade são pontos de partida na escolha das unidades residenciais. Em São Paulo, o anúncio da criação da Linha Laranja, que ligará a Zona Norte à Estação da Luz, refletiu em um aumento de 300% nos imóveis usados da região. “Todo mundo vai querer morar próximo a uma estação de metrô, pela comodidade na locomoção”, observa.

O investidor também deve observar a saturação de um determinado produto naquele momento no mercado imobiliário. Hotel, por exemplo, é um tipo de produto imobiliário que hoje está com déficit grande na cidade. De acordo com o professor da FGV, tudo é uma questão de onda, comprar antes da saturação.  Quem pensa em ingressar no pool de locação de uma operadora hoteleira deve fazê-lo antes que Viracopos inaugure sua operação local de hotel, empreendimento que deverá absorver boa parte dos turistas de negócios que visitam a cidade.  Souza concorda com o ressurgimento do mercado hoteleiro e aponta uma valorização mensal acima dos demais imóveis, podendo chegar até 1,3% ou 1,4% ao mês, dependendo do empreendimento. É necessário ressaltar que também neste caso deve-se fazer uma previa análise da região.

 

Fonte: Obra24horas, original Correio Popular.

Feirão da casa própria gera R$ 142 milhões em negócios em Joinville

A 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria gerou R$ 142 milhões em negócios, 15% a mais do que no ano passado, informou a gerente regional da Caixa, Janice Vieira. Em 2013, foram encaminhados 1.285 negócios, o equivalente a R$ 130 milhões.


Realizada no Expocentro Edmundo Doubrawa, de sexta a domingo, atraiu 12 mil visitantes, O evento é uma boa pedida para poupar tempo e sanar as incontáveis dúvidas que sempre surgem nesse momento, pois, em um só lugar, 45 expositores de imobiliárias, construtores e incorporadores apresentaram cerca de 5 mil opções de imóveis disponíveis no mercado. 

O valor dos imóveis ofertados variava de R$ 55 mil a R$ 3 milhões. O Sistema Financeiro de Habitação permite utilizar o FGTS para imóveis de até R$ 650 mil, a taxas a partir de 4,5%. Percentual inferior a outras taxas como a Selic, que está em 11% ao ano e a poupança, 6% ao ano. Mas pessoas físicas e jurídicas podem financiar com recursos da Caixa Imóveis valores acima deste limite. 

Construtores, incorporadores e corretores apresentaram mais de cinco mil opções

Fonte: A NOTÍCIA

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Feirão Caixa em Joinville oferece opções de imóveis para todos os bolsos e gostos

Evento começa nesta sexta-feira 23/05/2014 e vai até domingo no Expocentro Edmundo Doubrawa

Camila Nunes

O sonho da casa própria poderá se tornar realidade para muitas pessoas entre esta sexta-feira e domingo em Joinville. Cerca de 5 mil imóveis estarão à venda na 10ª edição do Feirão da Caixa no Expocentro Edmundo Doubrawa, no Centro da cidade. Haverá opções para todos os gostos e preços. Casas e apartamentos novos, usados e na planta.

— O feirão é uma ótima oportunidade para o público encontrar em um único lugar várias opções de imóveis e preços —, ressalta o superintende regional da Caixa Econômica, Wilson Zarpelon.

O espaço de mil metros quadrados será ocupado por 45 expositores de construtoras, incorporadoras, imobiliárias e correspondentes da Caixa Aqui. O imóvel mais barato custará R$ 55 mil. Também haverá opções mais sofisticadas de até R$ 3 milhões.

Em relação à forma de pagamento, os clientes poderão analisar as melhores condições de mercado com especialistas de imobiliárias e construtoras. Será possível pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015 e financiar a casa própria em até 35 anos. Além disso, é possível usar o FGTS para comprar imóveis que custam até R$ 650 mil. As taxas de juros partem de 4,5%. Os interessados em fechar negócio durante o evento devem levar os seguintes documentos para fazer o requerimento do crédito para casa própria: identidade, CPF e comprovante de renda.

—O cliente pode ter o financiamento aprovado já na feira—, ressalta Zarpelon.

O quê: Feirão Caixa
Onde: Expocentro Edmundo Doubrawa.
Quando: sexta-feira, das 16 às 21h. Sábado: das 10 às 21h. Domingo: das 10 às 19h.

Financiamento Minha Casa, Minha Vida

O recurso é do governo  federal e o imóvel deve custar até  R$ 145 mil e ser novo. A renda bruta familiar não pode  ultrapassar R$ 5 mil. Recursos próprios da Caixa Econômica Federal.

Os recursos são do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Não há limites de renda nem de valor do imóvel.

Para se enquadrar no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e utilizar recursos do FGTS, o imóvel não pode ultrapassar R$ 650 mil. O que varia na hora de financiar um imóvel com a Caixa são as taxas de juros e subsídios.

Planejamento antes da compra | Entrevista com Anemarie Dalchau A Notícia – Vale a pena adquirir um imóvel durante o feirão?
Anemarie Dalchau
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Eventos como estes podem, sim, oferecer boas oportunidades. Afinal, estarão presentes construtoras, imobiliárias, sistema financeiro. Isto, por si só, favorece e facilita ao consumidor que irá analisar ofertas em um único local.

AN – Para quem tem emprego fixo, mas não tem dinheiro guardado na poupança, é boa opção financiar um imóvel?
Anemarie – Quem tem uma renda fixa a partir do emprego fixo e não tem uma poupança prévia precisa analisar a situação. O que é um emprego fixo? Seria um emprego formal? No setor público, podemos considerar que o emprego é fixo, mas no setor privado isto não é uma realidade, pois podemos perder o emprego a qualquer momento.

AN – Os juros são atrativos (a partir de 4,5%)?
Anemarie – 4,5% de juros são atrativos se compararmos com os juros básicos da economia, como a taxa Selic ou a poupança. A Selic está em 11% ao ano e a poupança, 6% ao ano.

AN – Financiar um imóvel é uma boa opção ou a melhor alternativa é comprar à vista?
Anemarie –
 Sempre que se tem o recurso disponível, a opção à vista é melhor. Porém, volto à questão do planejamento. Por exemplo: este é o único dinheiro que você tem? E se você perder o emprego? E se tiver um problema de doença na família? Estes e outros itens devem ser considerados antes de tomar a decisão. Talvez possa optar por pagar parte à vista e financiar o restante, mas é importante analisar a taxa de juros. Ser for 4,5%, vale a pena, pois você pode “guardar” uma parte na poupança ou em um fundo de investimentos para corrigir seu capital.

AN – Qual a porcentagem que uma família deve destinar da renda para as parcelas de um imóvel?
Anemarie –
 É uma questão muito pessoal. No mercado, trabalha-se com até 30% do rendimento líquido. Há bancos mais conservadores, que estipulam valores inferiores, como 20%. Este é um valor seguro tanto para o agente financeiro quanto para o cliente, pois é importante lembrar que será um endividamento de longo prazo (dez anos ou mais em geral).

AN – Quando o financiamento é uma boa opção?
Anemarie –
 Quando não se tem recursos prévios e o custo x benefício da compra é a melhor opção se comparada a outras, como morar com a família enquanto constrói uma casa com recursos próprios.

Dicas
Uma orientação importante é fazer uma poupança nos primeiros anos da vida laboral. O próprio FGTS pode ser uma opção, além de ser um dinheiro que poderá  ser usado em uma emergência  ou até mesmo para amenizar futuras parcelas do empréstimo.

Para quem já tem mais de dez anos de vida laboral, o valor acumulado do FGTS pode ser usado para negociar o abatimento do financiamento ou para pagamento de parcelas.

O financiamento deve compensar o aluguel. Por exemplo, se existe a possiblidade de você ser transferido para melhores oportunidades de emprego, vale a pena comprar
um imóvel? É preciso analisar esta situação.

Financiamento de imóvel requer planejamento de longo prazo.

A instituição financeira será sua sócia ou até mesmo  herdeira durante todo o prazo.

A NOTÍCIA

 

Venda exclusiva de imóveis apresenta vantagens para o cliente e a imobiliária

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Profissionais do mercado garantem que essa forma de negociação tem bons diferenciais. Entre eles, agilidade na comercialização

O crescimento e a profissionalização do mercado imobiliário geram um maior conhecimento sobre as leis e normas que regem o segmento e, consequentemente, a busca por negócios cada vez mais eficientes. Uma dessas regras é o contrato de venda de imóveis com exclusividade, que pode proporcionar vantagens tanto para o consumidor quanto para a imobiliária.

Um dos benefícios é a rapidez de venda do imóvel, como apontou levantamento divulgado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG) no ano passado. De acordo com o trabalho, cerca de 89% dos imóveis vendidos rapidamente foram negociados apenas por um corretor de imóveis ou uma imobiliária.

“Com a exclusividade, tive atenção do corretor,

 que me informava com transparência as negociações

 realizadas com potenciais compradores” –

Aline Couto, servidora pública

Segundo o broker da unidade imobiliária RE/MAX Seven, Fabrício Machado, a venda exclusiva de imóveis não é só prioridade em sua imobiliária, mas a única forma de trabalho, já que está comprovado que mais de 80% dos imóveis exclusivos são vendidos rapidamente. “Esse processo gera mais facilidades para divulgar e trabalhar o imóvel na busca por melhores resultados”, diz.

Outra importante vantagem é a segurança do contrato exclusivo. Segundo Fabrício, trabalhar com muitas imobiliárias ao mesmo tempo pode acarretar uma série de inconvenientes, como visitas sem autorização, especulação, visibilidade negativa para o imóvel, informações falsas, furtos e fraudes em contratos, já que o proprietário do imóvel passa a documentação para várias imobiliárias e não tem controle de nada. “A exclusividade garante maior eficácia na execução da atividade profissional, com planejamento específico, divulgação intensa e direcionada”, explica.

Quem passou pela experiência de negociar seu imóvel com exclusividade e aprovou a ideia foi a advogada Aline Couto. “Inicialmente, a experiência me pareceu inovadora. Algumas pessoas me orientaram a não fazer o contrato de exclusividade, pois a venda poderia ser mais rápida se o imóvel fosse negociado em mais de uma imobiliária. Mesmo assim, acreditei na proposta”, diz.

Seguindo a orientação de um amigo, que recomendou o serviço, ela apostou na ideia e não se arrepende. “Ele havia tido êxito e satisfação na venda de um imóvel, em condições similares. E achei interessante diferenciais como estar isenta de lidar com imobiliária e corretores com modos distintos de trabalho. Com a exclusividade, tive atenção do corretor, que me informava com transparência as negociações realizadas com potenciais compradores quase diariamente”, aponta Aline.

A advogada conta que ao fim de um mês a imobiliária passou um relatório completo e detalhado, apresentando todos os aspectos que envolviam as tentativas de venda do imóvel. “Os dados eram precisos, com informações a respeito da divulgação e os comentários dos interessados no apartamento. Fiquei muito satisfeita quando consegui firmar o contrato de compra e venda em 40 dias. Para mim, um prazo muito bom e curto.”

Negócio transparente

Captação exclusiva evita desgastes e gera maior segurança para proprietários e interessados no imóvel. Profissional deve ser referendado pelo Creci

Maior segurança física do imóvel e para as pessoas envolvidas, rapidez no negócio, dedicação e investimento do profissional devido à segurança adquirida para expor o imóvel. Essas são algumas das vantagens destacadas pelo diretor da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Jamerson Leal.

A captação exclusiva é vantajosa também para quem vai comprar, segundo ele. “Há maior transparência nas informações, otimização nas visitas ao imóvel, evitando que o cliente se desloque para visitar um imóvel já visto, gerando segurança e tranquilidade necessárias durante uma negociação”, afirma Leal.

De acordo com o broker da unidade imobiliária RE/MAX Seven, Fabrício Machado, as pessoas tendem a pensar que colocar o imóvel para ser vendido em várias imobiliárias possibilitará um retorno mais rápido na negociação. “Entretanto, não é o que ocorre, uma vez que raramente uma empresa se empenhará em um negócio que não tem garantia, com um contrato de exclusividade, do retorno financeiro investido”, afirma Machado.

Para que haja, de fato, a captação exclusiva, é necessário que o corretor evidencie e esclareça ao proprietário do imóvel as vantagens que ele terá com a negociação, como destaca Jamerson Leal. “Essa exclusividade é assegurada por meio de um contrato bem elaborado entre as partes.”

Com a exclusividade, o corretor ou a empresa imobiliária vai dar mais foco à venda daquele imóvel, reitera o diretor da CMI. “Com certeza, a venda com exclusividade já faz parte de um cenário em que cada dia mais se busca a qualificação e os cuidados que um negócio imobiliário requer.”

Leal acrescenta que o fato de o proprietário do imóvel ter nomeado um corretor ou imobiliária com exclusividade não significa que somente aquele irá vender seu imóvel. “Atualmente, corretores e imobiliárias trabalham em parceria para compra e venda de imóveis, normalmente, por meio de redes imobiliárias. Ou seja, o imóvel é vendido por vários profissionais. Mas apenas um é responsável por ele, o que detém a exclusividade. É ele quem zela pelo imóvel e procura otimizar os negócios com os demais profissionais, fazendo com que os resultados se multipliquem.”

Fabrício Machado, broker da unidade imobiliária

da RE/MAX Seven, defende a exclusividade pela

facilidade para trabalhar o imóvel para obter

os melhores resultados

A corretora da RE/MAX Mix Betânia Garcia reconhece que a maioria das captações é para contratos abertos, ou seja, quando o proprietário pode promover a venda do imóvel com mais de uma imobiliária ou corretor. “Mas, após o primeiro contato, o corretor busca transformar a captação aberta em exclusiva. O profissional apresenta ao proprietário as vantagens dessa modalidade de venda, como a utilização de um plano de marketing e investimentos em publicidade.”

Quando é o caso de clientes fixos da imobiliária ou corretor, a busca pelo contrato de exclusividade é natural, como diz Betânia. “Já quando o cliente não se interessa, o corretor propõe um período de experiência de 90 dias para que o proprietário do imóvel possa perceber e usufruir das vantagens. Na RE/MAX, o período é utilizado para a apresentação do plano de marketing, ferramenta que mostra ao potencial comprador os benefícios e peculiaridades do imóvel à venda.”

Betânia Garcia conta que na RE/MAX o plano de marketing apresenta todas as informações referentes ao imóvel. “Como vizinhança, média de preços que possibilitam ao comprador uma noção do custo de vida local, histórico da casa, comércios e instituições próximas, segurança da vizinhança, entre outras informações. Assim, esse comprador tem certeza do negócio e a chance de erro é mínima. Em venda aberta, essas informações não são de fácil acesso para o comprador.”

REGULAMENTAÇÃO

Com relação aos aspectos legais desse tipo de negociação, o diretor-executivo da Rede Imvista, Patrick Costa, diz que não existe no Código Civil uma descrição sobre captação exclusiva. “Há apenas uma regulamentação do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), que obriga o profissional do mercado a trabalhar com uma autorização de venda sobre o imóvel. No caso da captação exclusiva, apenas uma imobiliária detém a autorização para fazer o negócio.”

Diretor executivo da Rede Imvista,

Patrick Costa recomenda pesquisa prévia

para saber se a imobiliária é confiável

Para quem vai optar por essa modalidade de negociação, Patrick recomenda fazer uma pesquisa prévia para saber se a imobiliária é confiável, e também manter contato regular com ela. “Dessa maneira, ele conversará e negociará diretamente com uma empresa, o que torna o trabalho mais fácil e seguro. Caso contrário, ele gasta muito tempo mantendo contato com diferentes entidades.”

Jamerson Leal diz que é necessário eleger um corretor ou empresa credenciada e devidamente registrada no Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), “com boa performance no mercado imobiliário e que esteja realmente comprometido em prestar um serviço com qualidade e principalmente com a ‘saúde’ que o negócio requer”.

Para Betânia Garcia, é importante que o consumidor verifique a certificação do corretor ou imobiliária em que vai fazer o negócio. “Saber se o corretor é habilitado e, quando estagiário, se é supervisionado por um corretor habilitado. Buscar essas informações antes de qualquer negociação pode protegê-lo de eventuais dores de cabeça”, conta.

Particularidades da venda com exclusividade

» O cliente tem um único interlocutor, ou seja, uma pessoa responsável pela venda.

» Se o captador que trabalha com exclusividade não tiver o cliente para fazer a venda, ele terá tranquilidade em procurar parcerias para a efetivação do negócio.

» Não existindo a exclusividade, o proprietário pode negociar com qualquer pessoa e ninguém assumirá a responsabilidade sobre o imóvel em relação a eventuais imprevistos.

» O captador com exclusividade representa e defende os interesses do proprietário na venda do imóvel. Assim, o proprietário recebe a melhor prestação de serviço.

Por: Júnia Leticia – Estado de Minas

Fonte: Lugar Certo

Mercado procura corretores de imóveis.

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O aquecimento do mercado imobiliário ao longo dos últimos anos criou um déficit de profissionais para o segmento. Segundo o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), autarquia que regulamenta o setor, o país tem hoje 220 mil corretores de imóveis – mas a entidade garante que há espaço para o triplo.

A quantidade, no entanto, não para de crescer. Nos últimos dez anos, de acordo com levantamento do Conselho, cerca de 65 mil pessoas aderiram à profissão. Segundo o presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva, 10.472 corretores atuam no Paraná. “O número de profissionais no estado teve um crescimento de 24,5% em 2010, acima da média nacional, que foi de 13%.” Para 2011, a expectativa é de crescimento no mesmo ritmo. Com as vendas em alta, a remuneração do setor tem se mantido bastante atraente – o salário varia conforme o volume de negócios fechados, mas segundo o Cofeci, o rendimento não fica abaixo dos R$ 3 mil mensais.

Qualificação

A competitividade natural da profissão, no entanto, tem determinado a necessidade de qualificação. Embora para conseguir a inscrição nos Conselhos Regi­onais de Corretores de Imóveis (Creci) exista apenas a exigência de ensino médio completo e do curso Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), o mercado tem pedido mais. “É preciso ter boa noção de finanças, administração e informática”, opina Marcelo Freitas, que há 17 anos atua no mercado e hoje gerencia uma equipe com 25 corretores. Freitas diz que a graduação em Publicidade e Propaganda abriu o caminho para aumentar sua capacidade de negociar. “Fiz outros cursos de curta duração e hoje posso atuar também como avaliador de imóveis”, diz.

De acordo com o levantamento do Cofeci, 52% dos profissionais têm curso superior e as formações mais recorrentes são Direito, Administração e Enge­nharia. Ainda pouco difundido no país, o curso superior em Negócios Imobiliários é uma das bandeiras da entidade para aumentar a profissionalização. A grade contempla direito imobiliário, arquitetura e finanças, entre outros tópicos. O curso existe há cinco anos e 5,5 mil corretores (2,5% do total do país) concluíram a graduação. “O número ainda é pequeno, mas a existência de formação específica para a área faz despertar nos jovens a vontade de construir carreira no ramo imobiliário”, analisa a corretora e proprietária de uma franquia da imobiliária Apolar, Silvana Kuster, que concluiu o curso – com duração de dois anos – em 2009.

“Qualificados, os corretores passam de intermediadores de uma relação de compra e venda para consultores aptos a solucionar problemas dos clientes e não preocupados em ‘vender a qualquer preço’”, aponta o superindentende da imobiliária Apolar, Jean Michel Galiano, que reconhece a dificuldade em encontrar corretores com esse perfil no mercado.

A mudança gradativa no perfil dos corretores, aliando juventude e qualificação, é vista por Silvana como o caminho no mercado imobiliário. Segundo o Cofeci, nos anos 1970 a média de idade dos profissionais era de 60 anos. Hoje está em 38 anos. Já a participação feminina nos cadastros da entidade passou de 8% para 20% nos últimos dez anos.

Fonte: Gazeta do Povo
Daliane Nogueira