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Devedores podem quitar dívidas com a Prefeitura de Joinville a partir desta segunda-feira

dinheiro 1Os joinvilenses inadimplentes com a Prefeitura e que têm interesse em quitar as suas dívidas podem procurar a sede do executivo a partir desta segunda-feira. O programa Adimplir concede descontos de até 100% sobre multa e 95% sobre os juros da dívida.

A lei foi sancionada pelo prefeito Udo Döhler ainda na quarta-feira e nesta quinta o texto deve ser publicado no Diário Oficial do Município.

O programa contempla pessoas físicas e jurídicas que estão em débito com impostos como IPTU, ISS, ITBI, entre outros. Conforme o secretário da Fazenda, Nelson Corona, o programa concede redução de multa e juros sobre dívidas tributárias ou não, inscritas ou não em dívida ativa, ajuizadas ou a ajuizar, que tenham sido geradas até 31 de dezembro de 2012.

Corona explica que as dívidas em impostos municipais como IPTU até 31 de dezembro de 2009 tem abatimento de 95% na multa e no juro. Já o que está pendente de 31 de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012 alcança desconto de 100% no valor da multa.

Para participar, basta ir em uma das oito subprefeituras ou diretamente na Secretaria da Fazenda, na sede da Prefeitura. Os titulares da dívida devem levar apenas a identidade. Em caso de mais de uma pendência, o contribuinte pode escolher as que poderá pagar.

– O morador tem condições de fazer de acordo com o que dá mais vantagem para ele. Ele pode escolher uma conta mais antiga, por exemplo, que tem uma probabilidade maior de execução – explica Corona.

A lei estabelece que a adesão pode ser feita até 27 de novembro de 2014 e o pagamento do imposto até 28 de novembro deste ano.

Caso 5% da dívida ativa da Prefeitura de R$ 337 milhões seja paga pelo Adimplir, a Prefeitura irá receber R$ 16,8 milhões.

– Se conseguirmos receber valores acima de R$ 8 milhões já estará de bom tamanho – afirma Corona.

A regularização dos créditos não pagos deverá ser efetuada em parcela única, com redução das multas e juros de mora, desde que o pagamento seja realizado até 28 de novembro de 2014.

Regularização de imóveis

O programa também contempla redução de 50% sobre o ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis) sobre os imóveis negociados até 31 de dezembro de 2012, cujo comprador seja pessoa física.

O proprietário deve apresentar contrato de compra e venda com data anterior a dezembro de 2012 com firma reconhecida ou declaração com firma reconhecida atestando que a aquisição ocorreu na data do contrato.

DESCONTOS
– Desconto de 50% no ITBI referente a transações de imóveis feitas até 31 de dezembro de 2012
– Redução de 95% na multa e juros de mora sobre dívidas geradas até 31 de dezembro de 2009
– Isenção de multa de mora sobre débitos ocorridos entre 1º de janeiro de 2010 e 31 de dezembro de 2012

Fonte: A NOTÍCIA

Quais são os tipos de ar condicionado no mercado?

Com o verão se aproximando, é hora de se preparar para as altas temperaturas que imperam nos próximos meses. Para começar, é bom escolher o ar condicionado que mais se adapta ao ambiente que você pretende refrescar. A seguir, algumas informações importantes, que vão ajudá-lo na escolha do aparelho.

Hoje, existem no mercado os seguintes tipos de aparelho de ar condicionado:

Ar condicionado 2Janela ou parede: São os mais utilizados e também os mais baratos. São facilmente encontrados no varejo. Fazem uma renovação contínua do ar fresco. Deve ser instalado embutido na parede. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.

Ar condicionado 3Portátil: São práticos porque podem ser utilizados em todos os ambientes da casa onde for necessário climatização e tem custo zero de instalação, duas grandes vantagens. Funcionam expelindo o ar quente para o exterior e trazendo ar frio para o interior. Estes aparelhos também asseguram a renovação do ar. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.

Ar condicionado 1Split: pode ser fixo ou móvel. Possui duas partes diferentes: uma é instalada no interior e a outra fica do lado de fora da residência. Além de manter o ar do ambiente agradável e com a temperatura controlada, os splits ainda reduzem o ruído de operação, pois o condensador é externo ao ambiente. Possuem sistema de filtragem do ar. O tipo móvel pode ser utilizado em mais de um ambiente da residência ou escritório. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.

Sistemas centrais: São recomendáveis para ambientes comerciais, para climatização de muitos ambientes simultaneamente. Têm custo maior de aquisição, operação e manutenção. São muito silenciosos. Não ficam visíveis nas fachadas de prédios.

Recomendações

Para o correto dimensionamento do condicionador de ar é fundamental considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra e o número de pessoas que frequentarão o ambiente, ou seja, para o quarto de solteiro a potência do aparelho pode ser menor do que a necessária para a sala de TV, onde mais pessoas permanecem ao mesmo tempo, aumentando a carga térmica do ambiente. Siga sempre as instruções do fabricante.

Geralmente, todos os aparelhos possuem termostato que mantém, de forma automática, a temperatura selecionada.

As exigências de instalação de cada um dos tipos de aparelho de ar condicionado podem, também, influenciar o modelo a comprar.

Deve-se considerar o espaço necessário para a sua instalação. Normalmente, o manual de instruções indica a que distâncias devem ser colocados em relação aos móveis e às paredes. As dimensões variam em função do tipo de aparelho. Nos tipos split as unidades exteriores são maiores e mais pesadas que as unidades interiores.

No caso dos aparelhos de parede, podem ser colocados em janelas ou numa abertura na parede.

No caso dos portáteis, o tubo de evacuação do ar é passado através de uma pequena abertura na janela ou na porta.

Nos splits fixos o tubo do ar pode passar entre uma abertura na janela ou através de um pequeno buraco na parede, próprio para o efeito. A unidade externa é colocada num suporte na parede ou na varanda exterior, ou fixada sobre um rebordo de uma janela.

Fonte: www.clickreforma.com.br

Buch Imóveis contrata corretores

Corretores corrigidoA Buch Empreendimentos Imobiliários é uma empresa com 15 anos de experiência. Seu sócio-diretor, Germano Buch, concretizou diversos negócios nos mais variados segmentos imobiliários desde pequenas locações até vendas de grandes empreendimentos.

Buscamos pessoas com o seguinte perfil:

Profissionais com amplos conhecimentos gerais, que busquem novos desafios e a possibilidade de trabalhar com diversos tipos de público, além de altos ganhos.

Não é necessário ter experiência no segmento imobiliário, porém é importante ter vontade de crescer, trabalhar e aprender novas coisas.

Nosso diferenciado e efetivo método de treinamento aliado ao nosso grande network, através das associações ACIJ – AJORPEME – CDL , possibilita melhores resultados no curto e longo prazo por parte dos corretores.

Atuar com as vendas e locações de imóveis usados e para investidores em Joinville e nos três estados da Região Sul.
Possibilidade de atuação em diversos segmentos do mercado imobiliário.

Competências e experiência desejadas:

Característica de nossos profissionais: pessoas com amplos conhecimentos gerais, viajadas e que busquem novos desafios e altos ganhos.

Ensino Médio completo/Superior cursando ou completo;

Disponibilidade para cursar o TTI (curso Técnico em Transações Imobiliárias) presencial ou à distância para obrigatória obtenção do CRECI.

Não é necessária experiência anterior.

Ter conhecimento de informática.

Experiência na área comercial será um diferencial.

Tribunal de Justiça julga apelação sobre certidões positivas de distribuição

MaterloAs certidões positivas de distribuição do Foro e de débitos municipais que constam na matrícula mãe devem ser averbadas nas matrículas individuais de cada unidade autônoma.
A Décima Nona Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS) julgou a Apelação Cível nº 70061279782, onde se decidiu que, nas incorporações imobiliárias, as certidões positivas de distribuição do Foro e de débitos municipais que constam na matrícula mãe devem ser averbadas nas matrículas individuais de cada unidade autônoma. O acórdão teve como Relator o Desembargador Marco Antonio Ângelo e o recurso foi, por unanimidade, julgado provido.

Trata-se de apelação interposta pelo Ministério Público gaúcho (MP) em face de sentença que, em síntese, deferiu o pedido de cancelamento das averbações das restrições constantes da matrícula mãe nas matrículas individuais de cada unidade do empreendimento. Em suas razões, o MP alegou não ser possível o cancelamento de tais averbações, devendo a sentença ser reformada, a fim de se evitar prejuízos aos adquirentes de boa-fé das unidades autônomas do referido condomínio, sendo mantidas as averbações positivas de distribuição do foro e débito municipais nas matrículas individualizadas.

Ao julgar o recurso, o Relator, adotando os fundamentos apresentados pela D. Promotora de Justiça, entendeu que a pretensão da incorporadora de excluir das matrículas individuais as averbações mencionadas, que informam a existência de certidões positivas de distribuição do Foro e de débitos municipais, com a indicação do número dos respectivos processos não pode ser deferida, afirmando que tal averbação tem fundamento no art. 32, “b” e “f”, e § 5º da Lei nº 4.591/64. Ademais, apontou que o art. 47, I e II da Lei nº 8.212/91 exige a apresentação de certidões negativas de débito nas alienações ou onerações a qualquer título de bens imóveis. Por fim, ressaltou que tais normas possuem a finalidade de proteção ao adquirente de boa-fé, dando-lhes ciência de eventuais ônus relativos ao imóvel, em respeito ao Princípio da Publicidade.

Por oportuno, transcreve-se pequeno trecho do decisum:

“Portanto, está o registrador obrigado a fazer constar nas matrículas individuais das unidades condominiais a existência das certidões positivas da distribuição do Foro e de débitos municipais, não sendo suficiente a menção dessas restrições apenas na matrícula mãe.”

Diante do exposto, o Relator votou pelo provimento do recurso.


Fonte: http://www.irib.org.br/html/noticias/noticia-detalhe.php?not=4283

Refresque a casa para o verão

house-160011_1280Casa abafada é praticamente sinônimo de verão. Se já está preocupado com as altas temperaturas que estão por vir, saiba que alguns truques simples de decoração podem dar uma ajudazinha e até diminuir os gastos com ventilador e ar-condicionado.

Confira 11 sugestões listadas pelo arquiteto Sergio Astrauskiene e leve mais frescor aos ambientes:

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1) Substitua tapetes peludos e de cores escuras ou fortes por peças de fios curtos e tons pastel.

2) Itens de vidro refrescam. Vale investir em espelhos, vasos, quadros de foto com vidro protetor.

3) Excesso de objetos torna os espaços mais abafados. Portanto, retire bibelôs, abajures, artigos de madeira.

4) Se for possível, elimine cores escuras das paredes. Dê preferência a tonalidades claras e pastel. Use tinta, papel de parede ou adesivos.

5) Sofás de tecidos pesados, como veludo e camurça, e de cores fortes não combinam com o verão. Que tal cobri-los com capas de panos leves? Entre as opções estão algodão e linho.

6) As mantas de sofá devem ser deixadas de lado nos meses mais quentes.

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7) É interessante colocar capas nas almofadas muito escuras. Componha o visual com tecidos leves (linho, algodão, seda) de cores claras.

8) Acha que a cortina está deixando o ambiente “pesado”? Como tirar o forro pode atrapalhar para assistir TV, mude o seu xale. Deixe-o em um tom mais suave.

9) As lâmpadas de LED não aquecem o ambiente como as tradicionais e ainda são mais econômicas.

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10) Lance mão de plantas, mas tenha cuidado. É que folhagens muito grandes e volumosas podem carregar locais pequenos e conferir sensação de calor.

11) Quem gosta de fontes tem um motivo a mais para colocá-las na casa. É que a umidade delas colabora com os moradores no verão. A mesma regra se aplica a aquários e outros artigos de decoração com água.

Fonte: vidaeestilo.terra.com.br

A polêmica da Retificação de Área

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Eduardo Agostinho Arruda Augusto, Oficial de Registro de Imóveis de Conchas (SP) e diretor de assuntos agrários do IRIB, escreveu um artigo de grande valia, já publicado em revista jurídica especializada, sobre a questão de Retificação de Área.

É um tema muito debatido, pois muitas vezes a situação registrária do imóvel é extremamente precária, confusa e omissa, e não é raro constatarmos que o registro descreve perímetro menor do que o real.

A retificação da descrição do imóvel não objetiva alterar a dimensão do imóvel, quer para mais ou para menos, exceto em situações especiais permitidas pelo ordenamento jurídico.

A retificação se presta para corrigir falha ou inserir dado omisso no registro do imóvel, não necessariamente adequando-o à situação fática, pois muitas realidades fáticas não são juridicamente aceitas, como ocorre no caso de uma parcela do imóvel ter sido adquirida por acordo informal entre vizinhos.

A retificação se presta a corrigir erro do registro, desde que provado que imóvel sempre teve aquela área, maior ou menor que o descrito na matrícula ou transcrição. Não existe limite matemático para essa correção, desde que comprovado que se trata de erro e não de acréscimo irregular de área.

Não é raro o procedimento retificatório ficar travado em razão de impugnações e exigências que contestam apenas o aumento de área, mesmo quando provado que o imóvel sempre possuiu tais dimensões. Ou profissionais que que não conseguem produzir tal prova pois não se utilizam dos mecanismos existentes hoje, que nos permitem interpretar e analisar com mais exatidão uma uma foto aérea ou plantas antigas.

Nesse estudo, Eduardo Augusto demonstra como deve ser interpretada e analisada essa situação, para que os profissionais que atuam, direta ou indiretamente, com a retificação de registro imobiliário possam encontrar uma solução eficaz para o caso concreto.

Leia o artigo completo:

http://www.portalibest.com.br/img_sis/download/9e882687304eb2dcc5df4910d3f8a340.pdf

Fonte: Portal Libest

Invista em plantas ideais para o verão

Depois de caminhar debaixo de um forte sol de verão, sempre vem o anseio por encontrar a sombra de uma árvore e sentir o alívio que a natureza dá à estação mais quente do ano. Por esse mesmo motivo que cultivar plantas naturais durante este período é tão prazeroso e satisfatório. “No verão sentimos mais a necessidade da vegetação. Plantas transpiram, umedecem e deixam o ar mais agradável”, explica o paisagista Benedito Abbud.

Para dar à sua casa esse frescor e aconchego, selecionamos as espécies mais resistentes ao calor e fáceis de cuidar. Outro incentivo é que algumas delas crescem mais e florescem justamente por causa das altas temperaturas. Escolha sua favorita e curta com ela a ensolarada estação.

GirassolGIRASSOL: Como o próprio nome diz, a flor se dá bem com a incidência direta do Sol. “O girassol deve ter a terra sempre úmida”, explica a paisagista Marisa Lima. Vistosa e alegre, a planta cresce rápido e, se plantada diretamente no solo, pode ultrapassar 1 metro de altura.

PleomelePLEOMELE: Muito utilizada para compor a decoração, a planta tropical dá a sensação de frescor para a casa e também é recomendada para a purificação do ar em ambientes fechados.Prefere baixa luminosidade e temperaturas mais altas.

orqORQUÍDEA: A famosa e elegante flor é perfeita para o verão! É no calor que elas florescem, são resistentes e não precisam de muita água para sobreviver. As espécies brasileiras são as melhores para este período. O paisagista Abbud recomenda nomes como Laelias, Vandas, Epidendrum e Olho-de-Boneca. Elas gostam de luminosidade intensa, mas é bom evitar o sol direto. A rega deve ser abundante, até escoar pelo vaso, e a próxima apenas quando o substrato estiver seco.

BromBROMÉLIA: São milhares as espécies da flor de folhas grossas e que está quase sempre florida. “Existem bromélias de sol e de sombra, aí você pode cultivá-las tanto no jardim como no interior”, explica a paisagista Marisa. Elas gostam de calor e luz, e sua rega deve ser feita por cima das folhas. “Mas não pode ser intensa para não melar e apodrecê-las”, enfatiza Marina.

ZamioculcaZAMIOCULCA: Pouca manutenção e beleza é o que promete esta folhagem. Ela costuma crescer mais durante o verão e suporta bem períodos de seca. A rega só deve ser feita quando o local de plantio estiver seco, pois ela pode apodrecer se houver exagero de água. Muito boa para ser cultivada em vasos e posicionada em ambientes pouco iluminados.

Fonte: www.plantasfloresejardins.com.br

Núcleo de Imobiliárias promove Simpósio em Joinville

O presidente do Núcleo de Imobiliárias da Acij (Associação Empresarial de Joinville) e proprietário da Buch Imóveis, Germano Buch, abriu hoje (17/10) pela manhã os trabalhos do IV Simpósio Catarinense do Mercado Imobiliário, que acontece no Salão Nobre da Acij. O evento tem como tema geral “Agregando valor ao corretor de imóveis” e prossegue até as 18h.

Germano Buch abriu solenemente o evento

Germano Buch abriu solenemente o evento

Cinco palestras e uma mesa-redonda compõem o Simpósio. A primeira palestra teve como tema “Honorários do corretor de imóveis”, com o advogado Gustavo Camacho Solon. Posteriormente, o proprietário da Construtora Convisa, Ivandro Geraldo de Souza, fala sobre “Corretor de sucesso”. A terceira palestra terá como tema “Meus clientes estão envelhecendo, e agora? – Um olhar sobre a acessibilidade”, com a coordenadora do curso de arquitetura e urbanismo do Centro Universitário Católica de Santa Catarina, Kátia Cristina Lopes de Paula.

Após o almoço, às 13h45, o bate-papo será com Monika Schlünzen Monguilhott, especialista em voz e facilitadora de treinamentos em comunicação eficaz, marketing pessoal e profissional, atendimento ao cliente e telemarketing. Ela falará sobre “Marketing e postura pessoal”.

Representantes do Núcleo recebem o palestrante Guilherme Machado (D)

Representantes do Núcleo recebem o palestrante Guilherme Machado (D)

A programação prevê, às 15h30, uma atração nacional: Guilherme Machado, palestrante de destaque no mercado imobiliário brasileiro. O simpósio se encerra com uma mesa-redonda, a partir das 17 horas.

Ao procurar um imóvel, homens e mulheres têm valores diferentes

Divergências na compra de um imóvel por um casal podem até levar à tão temida DR — discussão sobre o relacionamento. Não há dúvidas entre profissionais do mercado imobiliário de que homens e mulheres têm preferências diferentes ao fechar negócio. Mas, afinal, o que eles e elas consideram importante na hora de comprar?

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De acordo com o diretor da Champions Consultoria Imobiliária, Romulo Aquino, o gênero masculino é mais emocional e o feminino, racional:

— Elas não se deixam levar e só compram depois de analisar muito a opção. Preferem apartamentos de três quartos, para dar mais conforto aos filhos, e prestam atenção em tudo na hora da compra.

Gerente de vendas da Patrimóvel Barra, Flávia Elias destaca que, no caso da aquisição de casas, o quintal é um dos pontos polêmicos:

— A mulher pensa logo no trabalho que vai ter para limpar a área, enquanto o homem faz questão de um espaço maior, destinado ao lazer.

Sobre quem dá a palavra final, o diretor de vendas da construtora e incorporadora Even, Daniel Guerbatin, afirma que, em algumas situações, é a mulher que decide:

— Certa vez, um casal foi ver um imóvel e o homem adorou a vista da cozinha, porque dava para a piscina. Mas a mulher, não. Eles ficaram um bom tempo debatendo e, no final, ela ganhou.

O especialista ressalta que, apesar das diferenças, ambos consideram a localização e uma planta funcional, para acomodar bem a família.

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Depoimentos

Gustavo Araújo, consultor imobiliário do grupo Apsa:

— De forma geral, as mulheres ligam mais para o estado e para a beleza do imóvel. Elas podem simplesmente se encantar por uma unidade não tão bem localizada, por exemplo. Homens são mais analíticos, procuram o melhor preço e veem o potencial do imóvel, se dispondo a reformá-lo, se for o caso. Mas, em 90% dos casos, elas dão a palavra final. Quando um homem que tem uma companheira vai fazer uma avaliação, geralmente acaba voltando com ela, antes de fechar negócio. Outra observação curiosa é a relação dos dois gêneros com as vagas de garagem. Ambos não gostam de vaga muito apertada. Elas, porque vão precisar fazer muitas manobras e eles, pelo risco de arranhar o carro.

Marjore Campos, corretora da Basimóvel, do grupo Brasil Brokers:

— Diferentemente do que muita gente pensa, as mulheres se ligam muito mais no tamanho da cozinha do que no de quartos e de closets, principalmente quando estão avaliando imóveis novos, em que o cômodo é menor do que em antigos. Os homens avaliam o espaço geral do apartamento, pensando sempre numa sala ampla, para ver TV. Elas são mais atentas aos acabamentos: pintura, tipo de piso e de azulejo. Além disso, são quem resolve. Veem o imóvel, ligam para os maridos, explicam tudo e está resolvido! Eles preferem se certificar de que elas vão gostar.

Fonte: Extra

A importância do Memorial Descritivo

O setor imobiliário em expansão tem trazido grandes contribuições para a sociedade, cumprindo com o direito de moradia previsto na Constituição Federal. No entanto, os prazos para entrega desses imóveis e a possibilidade de possível atraso tem sido a grande causa para a contratação de mais trabalhadores, o que muitas vezes ocasiona a entrega do imóvel com defeitos ou vícios nem sempre aparentes na vistoria.

Os empreendimentos têm que ser entregues de acordo com o memorial descritivo

Os empreendimentos têm que ser entregues de acordo com o memorial descritivo

As construtoras ou incorporadoras aceleram a construção o que, não raras vezes, culmina com a entrega do imóvel diferente das especificações contratadas no memorial descritivo, além do prazo. Existem também as questões de ordem financeira como fator preponderante a determinar a contratação de empresas para determinados trabalhos, que acabam por contratar outros profissionais e assim se desenvolve uma cadeia de contratações de difícil controle, tudo visando o menor custo e o prazo de entrega.

Na fase final da construção são convocados os compradores para a vistoria do imóvel, e é nesse momento que o comprador deverá tomar os cuidados necessários para evitar futuras complicações.

O memorial descritivo é um documento elaborado antes do lançamento do empreendimento e que deve estar registrado no cartório de imóveis, sendo um documento público e obrigatório por lei (Lei 4.591/64), podendo ser consultado por qualquer interessado, bastando para tal solicitar ao cartório, oferecendo o número da matrícula do imóvel.

Todos os documentos e propagandas sobre  o imóvel devem ser arquivados

Todos os documentos e propagandas sobre o imóvel devem ser arquivados

O memorial descritivo é peça fundamental para avaliar a entrega do imóvel, que deverá ser dentro dos padrões de normas técnicas e de qualidade. No momento da vistoria do imóvel é importante a verificação dos itens descritos no memorial descritivo e, caso seja possível, o comprador deverá ser acompanhado de um empreiteiro ou engenheiro de sua confiança e deverá testar o sistema hidráulico, elétrico, verificar as janelas, portas, alinhamento de paredes, pisos, entre outros itens.

Caso encontre alguma divergência deverá solicitar a anotação no laudo de vistoria que será assinado por ambos e ficará uma via com o comprador e outra com a incorporadora. Ainda poderá ser recusada a entrega do imóvel dependendo da gravidade da divergência com o memorial.

É preciso conferir se tudo está de acordo com o previsto

É preciso conferir se tudo está de acordo com o previsto

Existem outros cuidados a serem observados na compra de um imóvel que poderão facilitar a vistoria, como fotografar o imóvel decorado, o stand de venda, o material publicitário, guardar os folhetos, as ofertas, e-mails e toda comunicação escrita, tudo o que possa garantir que o imóvel será entregue como foi apresentado, lembrando que o memorial descritivo deve acompanhar o contrato.

Importante que o imóvel esteja dentro das normas técnicas e de qualidade e qualquer alegação relacionada à diferenciação entre imóvel alto padrão e imóvel popular deve ser afastada no sentido de que o preço determina a qualidade e as normas técnicas. Tais desculpas não são válidas para pisos tortos, problemas elétricos, infiltrações, entre outros problemas de ordem técnica e de qualidade. O que difere nesses imóveis é apenas a qualidade do material utilizado no acabamento.

Nunca o comprador deve aceitar respostas verbais sobre o conserto solicitado. Tudo deve ser documentado e o comprador não deve aceitar nenhuma desculpa que afaste a documentação dos fatos. Mesmo no caso das ligações telefônicas será preciso anotar o nome de quem atendeu e número de protocolo.

Existem vícios ou defeitos que somente poderão ser constatados com o uso do imóvel, como pequenos vazamentos, rachaduras, infiltrações, entre outros. Mesmo esses problemas surgidos após a entrega do imóvel são de responsabilidade da empresa e os reparos deverão ser realizados quando não ressarcidos pela empresa.

Só aceite concluir o negócio quanto tudo estiver checado

Só aceite concluir o negócio quanto tudo estiver checado

Em último caso deve o comprador socorrer-se de uma ação judicial para o caso de não realização da solicitação de reparo, ressarcimento ou realização parcial do reparo, lembrando que a solução dessas questões sempre será pautada na perícia técnica cuja avaliação determinará os prejuízos existentes, o que servirá para nortear o pedido de reparação de danos decorrentes do cumprimento do contrato.

Fonte: www.jusbrasil.com.br (Olinda Caetano Advogados)